a_flor_amarelaUma extraordinária exploração das Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, à luz dos antitéticos parâmetros machadianos, o «ímpeto cesariano» e a «flor da melancolia», e através do olhar original e inovador de Anabela Mota Ribeiro.

O que começou por ser um trabalho académico de Filosofia, disciplina de Estética, tornou-se um texto de grande beleza e interesse para um público alargado, ou seja, todos os que alguma vez foram – ou venham a ser – leitores de Machado de Assis.
O livro prefaciado pelo Professor Abel Barros Baptista.

Anabela Mota Ribeiro nasceu no mesmo dia de Brás Cubas, a 20 de outubro, em 1971 (a personagem de Machado de Assis nasceu em 1805). É licenciada e mestre em Filosofia, pela Universidade Nova de Lisboa. Na dissertação de mestrado trabalhou Memórias Póstumas de Brás Cubas. No doutoramento, que frequenta, tem a intenção de prosseguir o estudo do escritor brasileiro. Jornalista freelance, colaborou com diversos jornais e revistas. Atualmente, e desde 2008, escreve para o Público. O género a que mais se tem dedicado é a entrevista. Trabalhou em rádio. Em televisão, foi autora e apresentadora de programas da RTP. Organiza e modera debates sobre livros. Em 2015 e 2016, foi curadora da «Folia» (do Folio – Festival Literário Internacional de Óbidos). Publicou os livros O Sonho de Um Curioso (2003), com 14 entrevistas, Este Ser e não Ser – Cinco Conversas com Maria de Sousa (2016), Paula Rego por Paula Rego (2016). Desde 2013 que disponibiliza o seu arquivo, com centenas de artigos, no blogue: http://anabelamotaribeiro.pt.

Nota de Imprensa da Quetzal.

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