A morte de Amália elevou o fado a Património Imaterial da Humanidade e a paixão da juventude portuguesa leva, hoje, à ressurreição do mesmo. Trata-se do fenómeno cultural mais expressivo do nosso tempo. Dezenas de fados inéditos da cantora estão a ser descobertos provocando um surpreendente renascimento seu.

Amália é uma viagem pela vida de uma das mais marcantes artistas do século xx, revelando memórias, encontros, desencontros, episódios menos conhecidos de uma fascinante carreira internacional. Organizações como a PIDE, o KGB, a CIA e a Mossad vigiaram-na com igual desconfiança. Salazar receava vê-la passar-se para a oposição. Amália enfrentou Pinochet recusando uma recepção com que o ditador pretendia cumpliciá-la. Guerrilheiros palestinianos cancelaram um atentado em Beirute porque ela actuava na cidade. A Irmã Lúcia escreveu-lhe a pedir para não cantar O Cochicho da Menina.

Um livro incontornável de memórias em torno de Amália e das personagens que a inspiraram e com quem conviveu.

Nota de Imprensa da Casa das Letras.

a minha leitura

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