Na Lisboa de Amália, não se anda em romagem de saudade, anda-se pelos traços do passado em direcção ao futuro, avançando-se em espiral. Nada do que lhe é vivo se revela uma coisa só. Importa que cada bairro tanja a sua nota, aquela que é só sua – tocata e fuga.

Amália – A Ressurreição, Fernando Dacosta, 2017, Casa das Letras.

a minha leitura

sobre o livro

 

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