Nós, os anões, não concebemos; somos estéreis por natureza. Não nos ocupamos de perpetuar a vida, nem mesmo sentimos tal desejo. A fecundidade é inútil para nós, visto que os seres normais se encarregam de procriar anões.

O Anão, de Pär Lagerkvist, 1944,  Antígona (2013)

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