Portugal visto pela CIA é o mais recente livro da autoria do jornalista e escritor Luís Naves, que conta com o contributo do também jornalista e analista político hispano-peruano Eric Frattini no que diz respeito à recolha de documentos – não só informação recentemente divulgada como também informação inédita sobre a atividade da CIA ao longo de quatro décadas em Portugal.

Este livro, que chegará às livrarias no dia 15 de setembro, apresenta, pela primeira vez, a evolução do olhar dos Estados Unidos da América (elite governante e agências de espionagem) sobre Portugal e relata como foram interpretados os momentos mais marcantes da nossa História do século XX. Portugal visto pela CIA analisa ainda como os Estados Unidos da América influenciaram de forma concreta a vida do nosso país durante o Estado Novo, a Guerra Colonial, o colapso do império português em África, a Revolução dos Cravos e a formação da Segunda República.

«Na segunda metade do século XX, os EUA viveram na obsessão do combate contra o comunismo, e a URSS da luta antifascista. Portugal ficou do lado americano, mas o regime ditatorial de Salazar parecia ser um aliado de pouca confiança que, no grande esquema da Guerra Fria, conseguia até ser embaraçoso e fácil de criticar pelo outro lado. O trunfo português era a posição estratégica da Base das Lajes, nos Açores, fundamental para socorrer os europeus, em caso de ataque das forças soviéticas.»

O lançamento do livro será no dia 14 de setembro, às 18h30, na FNAC Chiado. O livro será apresentado por Irene Pimentel.

Luís Naves foi jornalista do Diário de Notícias, repórter no terreno e atualmente é jornalista freelancer. É autor de contos, crónicas e ficção e um observador atento da atualidade política portuguesa.

Eric Frattini foi correspondente no Médio Oriente e residiu em Beirute e Jerusalém. É autor de mais de uma vintena de livros, entre os quais Mossad: Os Carrascos do Kidon. Em 2013, recebeu o II Prémio Nacional de Investigação Jornalística (Itália) pela sua investigação do caso Vatileaks e o Prémio Anual Strillaerischia pelo seu trabalho como correspondente no Afeganistão.

Nota de Imprensa da Bertrand Editora.

 

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