«Manobras de Guerrilha» reúne os mais memoráveis textos de Bruno Vieira Amaral. Da reportagem à crónica, da (quase) ficção aos discursos, do futebol à filosofia – percorremos o caminho dos seus heróis e mergulhamos no lago das suas obsessões.

 

O que tem Maradona a ver com Susan Sontag e pugilismo com Chateaubriand? E David Bowie com Budapeste ou Woody Allen com Bartolomé de Las Casas? Ao longo de 26 textos dispersos – publicados em jornais, blogues, ou apresentados em conferências e encontros de escritores – somos conduzidos pela voz arrebatadora de Bruno Vieira Amaral no caminho dos seus heróis, experiência singular que nos dá a conhecer as glórias e obsessões destas figuras, acontecimentos e locais quase míticos.


«Manobras de Guerrilha», que chega às livrarias a 12 de janeiro, reúne em livro as palavras memoráveis do autor que, na sua variedade, erudição e humor, bem ilustram a mestria literária e o extraordinário leque temático de Bruno Vieira Amaral, autor distinguido com o Prémio Literário Fernando Namora, Prémio PEN Clube de Narrativa, Prémio Time Out para Livro do Ano, Prémio Novos de Literatura e Prémio José Saramago.


«Enquanto para Sontag, Kafka inspirava piedade e temor, Joyce, admiração, Prouts e Gide, respeito, Camus era o único que inspirava amor. Que espécie de amor é este? Quais as qualidades de Camus que o fizeram tão amado pelos leitores, ainda que Sontag considere que a sua obra se encontra num patamar inferior ao de outros grandes escritores do século XX? A
explicação mais óbvia será a personalidade de Camus, o último dos justos, as suas participações cívicas, as suas opiniões políticas, até a sua imagem atraente, cinematográfica.»

Nota de Imprensa da Quetzal.

A esta NI o Acrítico acrescenta o prémio Ficção Tabula Rasa 2016/17.