Quase a completar 100 anos, um reconhecido poeta e artista norte-americano, intimamente ligado à Geração Beat e à defesa da liberdade de expressão nos Estados Unidos, recebe a aprovação para publicação de um romance pelo seu não menos célebre agente de 98 anos. Podia ser ficção, mas é a realidade.

Rapazinho é o romance que Lawrence Ferlinghetti publicou no ano em que completa 100 anos – a 24 de março fará 101 –, um livro que recebeu aprovação imediata do seu agente, Sterling Lord, que conta com 98 anos.

Parte autobiografia, parte recordação dispersa, parte torrente de linguagem e sentimento, e sempre com o tom mágico da escrita de Ferlinghe-tti, Rapazinho é o derradeiro testemunho e testamento literário do maior poeta da Geração Beat. No livro há reminiscências biográficas e profecias sobre o que podemos esperar da vida no futuro. Rapazinho é uma fonte de conhecimento literário com alusões ao mundo e à vida literária do autor, à sua geração, erros e descobertas – e um convite ao maravilhamento. Um romance leve, luminoso e destinado a recordar o mundo como ele devia ser.

Lawrence Ferlinghetti nasceu em Nova Iorque a 24 de março de 1919 e é um poeta, editor e pintor americano. Um dos autores mais importantes da Geração Beat, foi o fundador (em 1953) da livraria e editora City Lights, de São Francisco, e editor de escritores como Allen Ginsberg, Bukowski, Bowles, Sam Shepard ou Artaud. Em Portugal estão publicados uma antologia, Como Eu Costumava Dizer, e o ensaio A Poesia como Arte Insurgente. É considerado o decano dos poetas americanos. O livro Coney Island of the Mind vendeu mais de um milhão de exemplares.

Nota de Imprensa da Quetzal.