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Acrítico

Leituras dispersas

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Ensaio

Quem disser o contrário é porque tem razão | Mário de Carvalho

Quem disser o contrário é porque tem razão | Mário de Carvalho

Mário de Carvalho, nome consagrado nas letras portuguesas, conto e romance, decide-se por esta irrequietude lúdica e didática: escrever um Guia Prático de Escrita de Ficção.

Num registo humorado, aborda o tema de forma assertiva. O guia estrutura-se em seis pontos nos quais o autor vai alertando para os vícios e falhas mais comuns do aprendiz da escrita ficcional, bem como vai apontando caminhos, citando autores falecidos ou consagrados para não perturbar a suscetibilidade dos vivos que deem pela sua ausência.

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Trilogia do Belo | Maria Celeste Natário e José Vieira (Organização)

“Mário Cláudio ocupa um lugar proeminente na atual literatura de língua portuguesa, não só pela sua qualidade narrativa, mas também pela sua escrita exuberante, pelos seus temas ao mesmo tempo locais e cosmopolitas e pelo alcance das suas personagens que viajam entre o domínio do real e da ficção, pondo em causa aquilo que nós, enquanto humanidade, vamos fazendo. […]

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Já Estão a Prestar Atenção | Jack Shenker

Há um estranho cheiro a mudança no ar. Desde 2008, a cada dia que passa é percetível que algumas das bases de sustentação do modelo em que se apoia o sistema do capitalismo global começam a apresentar fissuras. Continue reading “Já Estão a Prestar Atenção | Jack Shenker”

Abraça a Criança que Há em Ti | Victoria Cadarso

Licenciada em Psicologia, Victoria Cadarso explica-nos neste livro como, ao longo da nossa vida, vamos anulando gradualmente o nosso verdadeiro eu, como a nossa criança interior se vai retraindo para criar uma barreira defensiva que lhe permitia enfrentar o mundo e colocar definitivamente de parte os traumas, dores e aspetos negativos da nossa infância.

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Pessoas, Poder e Lucro | Joseph E. Stiglitz

Como é que aqui chegámos, para onde vamos e de que forma poderemos mudar de rumo? O Prémio Nobel da Economia, Joseph E. Stiglitz, questiona todo o caminho percorrido na dicotomia Estado-economia durante o século XX e início do século XXI e aponta aquilo que, na sua opinião, é a solução para que uma maior fatia da população consiga recuperar o que se convencionou chamar de «vida de classe média» e, ao mesmo tempo, travar a crescente desigualdade entre a população. Continue reading “Pessoas, Poder e Lucro | Joseph E. Stiglitz”

O Milagre Espinosa | Frédéric Lenoir

O Milagre Espinosa | Frédéric Lenoir

A superstição não existiria se o destino nos fosse sempre favorável, defende Baruch Espinosa, filósofo que viveu no século XVII. A originalidade luminosa do seu pensamento precedeu em muito a modernidade em que se alicerça o pensamento contemporâneo. Continue reading “O Milagre Espinosa | Frédéric Lenoir”

Desobedecer | Frédéric Gros

No momento em que as decisões dos «especialistas» se orgulham de ser o resultado de estatísticas anónimas e frias, desobedecer é uma declaração de humanidade.

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O Escândalo do Século | Gabriel García Márquez

O Escândalo do Século reúne cinquenta textos representativos do percurso jornalístico de Gabriel García Márquez, selecionados pelo seu editor Cristóbal Pera. Nestas histórias, onde não se diferencia o jornalista do romancista, o leitor descobrirá um fascínio por enredos que desafiam a nossa ideia da realidade, umas vezes porque nunca iremos compreendê-los por completo, tais como o misterioso caso de Wilma Montesi, que dá nome a este livro; outras porque nos obrigam a olhar o mundo com novos olhos, abertos para se surpreenderem com as contradições, desgraças e maravilhas que governam o seu imprevisível mecanismo.
Gabriel García Márquez, que se considerava mais jornalista do que escritor, deixou bem claro que o jornalismo foi sempre a sua paixão principal, a mais duradoura, e pelo que queria ser lembrado: «Não quero que me recordem por Cem Anos de Solidão, nem por aquilo do Prémio Nobel, mas sim pelo jornal.»

Tradução de  Teixeira de Aguilar

Nota de Imprensa Dom Quixote.

 

Fátima e a Cultura Portuguesa | Miguel Real

Fátima e a Cultura Portuguesa | Miguel Real

Afastando, logo no prefácio, a tese da maquinação e aceitando que as três crianças vivenciaram uma colossal e desmedida experiência psíquica, que as forçou, contra tudo e contra todos, a afirmar as aparições como uma revelação do sagrado, o autor escreve um ensaio sobre o percurso do fenómeno de Fátima na nossa sociedade e na Igreja Católica e confronta-a com o pensamento filosófico português. Como partindo da natureza popular de Fátima, marcada por uma representação eclesiástica supersticiosa, se atinge uma tal dimensão religiosa institucional, fortemente imersa numa representação barroca do sagrado. Continue reading “Fátima e a Cultura Portuguesa | Miguel Real”

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