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Leituras dispersas

Categoria

Poesia

NÓMADA | João Luís Barreto Guimarães

Nómada é o novo livro de poemas de João Luís Barreto Guimarães. À
publicação dos seus primeiros sete títulos num volume de Poesia Reunida
em 2011, seguiram-se Você Está Aqui, em 2013, e Mediterrâneo, em 2016,
que recebeu o Prémio Nacional de Poesia António Ramos Rosa. A sua obra
tem vindo a ser publicada em antologias poéticas e revistas literárias de
muitos países. Continue reading “NÓMADA | João Luís Barreto Guimarães”

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Continuum, antologia poética | vários

Continuum, antologia poética

Desde que foi inventada a escrita que a palavra habita os livros, esse é o seu espaço de eleição, o ponto de encontro de ideias e âncora incerta para poetas e trovadores. Nove poetas, um pintor e uma fotógrafa juntam a sua arte num continuum de emoções. A Poética Edições deu-lhe forma numa edição cuidada, porque o livro preserva esse lado de objeto de desejo que se quer agradável aos olhos e ao tato. Continue reading “Continuum, antologia poética | vários”

Continuum | antologia poética

“Um outro sabor senti-o pela abrangência poética da obra, conseguida através da enorme diversidade de estilos e formas de a expressar, seja por texto, por pensamentos ou por poemas, bem como a multiplicidade de temáticas escolhidas, desde a poesia lírico-amorosa, passando pela poesia recorrendo ao conteúdo sensorial, na essência de emoções (visão, voz, cheiro, sede, toque) pela poesia referindo-se à própria poesia, aludindo a termos como palavras, poemas, poetas, até à chamada poesia do conhecimento. … Continue reading “Continuum | antologia poética”

Olha-me Como Quem Chove | Alice Vieira

O título do livro parte de uma epígrafe que tem a ver com um poema de Ruy Belo. E surge na sequência dos outros três livros de poesia já publicados pela autora: o quotidiano de amores reencontrados e perdidos, de recordações como sustentáculo da vida, da aprendizagem de novos lugares e de novas sensações, das perdas que se enraízam na nossa pele e nos ajudam a sobreviver. Continue reading “Olha-me Como Quem Chove | Alice Vieira”

Odisseia de Homero

Odisseia de Homero – tradução revista, anotada e comentada por Frederico Lourenço. 15 anos depois da sua primeira tradução do seu poema homérico preferido, Frederico Lourenço revisita a Odisseia com uma linguagem simples e límpida, com o intuito de dar protagonismo a esta obra poética que tem a capacidade de encantar, onde a fantasia e a vida real se cruzam e sobrepõem – e, ainda, de destacar a importância do ensino do grego em Portugal e evitar o seu desaparecimento. Continue reading “Odisseia de Homero”

A Pura Inscrição do Amor | Nuno Júdice

A Pura Inscrição do Amor reúne poemas que o autor escreveu ao longo dos anos e que são dedicados a este tema.

Nele se incluem, a abrir, os conjuntos de poemas Pedro, Lembrando Inês e Carta de Orfeu a Eurídice, ambos publicados em simultâneo em Abril de 2001 sob o título Pedro, Lembrando Inês, que se encontrava esgotado há muito tempo. Continue reading “A Pura Inscrição do Amor | Nuno Júdice”

POESIA CÁ EM CASA | Setúbal

POESIA CÁ EM CASA | Na próxima quinta-feira vamos ter poesia por cá. Jorge Silva Melo e os Artistas Unidos vão ler textos de grandes poetas portugueses.
Começam com Camilo Pessanha. A grande poesia vai estar na sala José Afonso da Casa Da Cultura | Setúbal. Continue reading “POESIA CÁ EM CASA | Setúbal”

Parem Todos os Relógios | Nuno Amado

Aos trinta e seis anos, a professora de literatura Helena Remington apaixona-se loucamente por um italiano de visita a Lisboa. O romance entre os dois, intenso e tórrido, é porém abruptamente interrompido por um acidente de automóvel na costa italiana onde ambos passavam férias. Continue reading “Parem Todos os Relógios | Nuno Amado”

Ardorosa Súmula | João Rui de Sousa

Ao abrir o livro com um poema intitulado Programa, João Rui de Sousa oferece-nos a ilusão de uma linha orientadora, descodificadora da sua poesia (se é que isso existe), contudo, estamos perante o enunciado do jogo de referências que usa no seu universo poético. Nele encontramos a remissão para o que se liberta, o que emana dos corpos, o calor irradiado e o desejo aprisionado, sequioso do voo. Um assombro que se solta do foco mais profundo de ascese, onde amadurecem abismos por entre erva e um frescor de rio. Não existe em toda esta poesia um lugar de sossego onde reclinar a cabeça. Continue reading “Ardorosa Súmula | João Rui de Sousa”

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