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Acrítico

Leituras dispersas

Todos os Dias Morrem Deuses

1953. Este é um ano rico em acontecimentos: Eisenhower é eleito Presidente dos EUA, Churchill ganha o Prémio Nobel da Literatura, os Rosenberg são acusados de espionagem e executados, Tito torna-se o timoneiro da Jugoslávia… E, porém, os factos que atraem o protagonista deste romance – um jovem jornalista sem dinheiro que deambula por uma Lisboa Continue reading “Todos os Dias Morrem Deuses”

a construção do vazio, de Patrícia Reis

a construção do vazio, de Patrícia Reis

Sofia nasceu num lar sem amor, a crescer para caber nas mãos do pai. Sorte a dele, e a sua infância a ser-lhe roubada. Sempre foi um incómodo para a mãe, e não estranhou que esta optasse por ignorar a situação: naquela casa não havia lugar para outra mulher. A mão sempre pronta a punir a filha, como se fosse possível disfarçar a rejeição. Continue reading “a construção do vazio, de Patrícia Reis”

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A RAINHA SUBJUGADA

O novo romance da série Os Tudor, de Philippa Gregory, narrado do ponto de vista de uma mulher corajosa, uma heroína real. Catarina Parr, uma viúva de trinta e um anos envolvida num caso amoroso secreto com um novo amante não tem por onde escolher quando Continue reading “A RAINHA SUBJUGADA”

Épico de Gilgamesh

O Épico de Gilgamesh é um antigo poema da Mesopotâmia, uma das primeiras obras conhecidas da literatura mundial, e chega a 13 de abril às livrarias numa edição da Assírio & Alvim.
Geralmente considerado o mais antigo poema longo a chegar até aos nossos dias, este épico da Mesopotâmia tem uma história de cerca de 4.000 anos Continue reading “Épico de Gilgamesh”

Amália – Museu do Fado

A Casa das Letras e o Museu do Fado convidam.

Sobre o livro.

OBRA GRÁFICA NA OBRA DE JOSÉ AFONSO

A exposição aborda o trabalho de quatro designers para a obra de José Afonso.

Os treze LPs do grande nome da cultura e da música portuguesa são vestidos por estes senhores que inscreveram estes trabalhos na história do design gráfico e de comunicação em Portugal.

Continue reading “OBRA GRÁFICA NA OBRA DE JOSÉ AFONSO”

” Bruno Vieira Amaral

Era ainda adolescente, mas tinha um corpo sólido, perigoso, o tipo de corpo em que os homens da família começam a reparar desde muito cedo, com aquele sentimento confuso de orgulho cortês e de desejo homicida, incestuoso, que se respira nas mesas fartas dos almoços de domingo. Este perigo só o vejo agora ao escrever porque, naquela idade, a minha ânsia de perfeição era um sintoma de beatitude, quando a minha pureza ainda não fora contaminada pela brutalidade animal das primeiras e pungentes ejaculações. Continue reading “” Bruno Vieira Amaral”

Amália – A Ressurreição

A morte de Amália elevou o fado a Património Imaterial da Humanidade e a paixão da juventude portuguesa leva, hoje, à ressurreição do mesmo. Trata-se do fenómeno cultural mais expressivo do nosso tempo. Dezenas de fados inéditos da cantora estão a ser descobertos provocando um surpreendente renascimento seu. Continue reading “Amália – A Ressurreição”

A Casa das Belas Adormecidas, de Yasunari Kawabata

A Casa das Belas Adormecidas, de Yasunari Kawabata

Uma casa onde se oferece aos clientes no inativo, a oportunidade de se deitarem ao lado de jovens adormecidas. O livro abre com a advertência ao velho Eguchi: …evite, peço-lhe, as brincadeiras de mau gosto!

Desfrutar de uma noite ao lado de uma bela rapariga adormecida, admirar-lhe as formas, sentir-lhe o odor do corpo e poder tocar-lhe sem transgredir as regras da casa, é o ultimo prazer destes velhotes que deixaram de ser homens. Continue reading “A Casa das Belas Adormecidas, de Yasunari Kawabata”

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