A QuedaA Queda Albert Camus

Um encontro casual entre dois franceses num bar em Amsterdão desencadeia um monólogo em forma de diálogo iludido. Intuímos o que outro diz, pensa ou reage, sem lhe escutarmos a sua voz ou dele termos uma descrição. O domínio da narrativa que, na primeira pessoa, pertence a Jean-Baptiste Clemence, o juiz penitente, leva-nos num passeio pelo seu mundo e pela expiação das suas culpas.

Seguro, define as balizas do seu pensamento: “Bastar-lhes-á uma frase para definir o homem moderno: fornicava e lia jornais. Depois desta forte definição, o assunto ficará, se assim me posso exprimir, esgotado.”

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