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Antonio Tabucchi

Praça de Itália, de Antonio Tabucchi

praca-de-italiaUma aldeia toscana perto do mar. Uma família de anarquistas, rebeldes por temperamento e tradição, centra-se, no decurso de três gerações, em três personagens com nomes emblemáticos: Garibaldo, Quarto e Volturno, e nas mulheres combativas e corajosas que os acompanham. Continue reading “Praça de Itália, de Antonio Tabucchi”

Mulher de Porto Pim, de Antonio Tabucchi

Mulher de Porto PimMulher de Porto Pim by Antonio Tabucchi

O autor abre este seu livro sobre uma viagem aos Açores alertando-nos para o facto de a memória não ser impermeável à imaginação e de ele próprio ser propenso à mentira. Do tempo passado nos Açores, desse pé em terra, nasce um livro baseado em fragmentos que o autor transforma em histórias deliciosas. Continue reading “Mulher de Porto Pim, de Antonio Tabucchi”

” Antonio Tabucchi

Passava as manhãs no pátio de uma grande casa onde as mulheres guardavam as chaves dos armários e as janelas tinham cortinas de renda grossa. Ele corria e dava pequenos gritos alegres, e era feliz.

Mulher de Porto Pim, de Antonio Tabucchi, D. Quixote,  2016 (primeira edição 1983)

Para Isabel, de Antonio Tabucchi

Para IsabelPara Isabel by Antonio Tabucchi

Este é o romance de uma busca: a demanda por Isabel. A resolução de um enigma, entre o passado e os dias de hoje. O que aconteceu a Isabel?
Um homem inicia a sua investigação com um encontro, a ter lugar no restaurante mais luxuoso de Lisboa. Para fazer tempo, detém-se numa tasca do Intendente, os extremos tocam-se, fazem parte de uma mesma realidade. Tempo e espaço. Estamos no primeiro círculo.

… em Cabo Verde também há muitos cães vadios, e são quase sempre amarelos, como aqui na Reboleira… Todas as buscas têm esse lado remissivo, oscilando entre o passado e o presente. Círculos concêntricos dentro de uma mesma história. Um lado de epifania. Waclaw procura Isabel, sabe que esse encontro só pode acontecer no passado. A sua busca leva-o até ao oriente, onde continuamos numa geografia familiar: Macau, a gruta de Camões e a fachada da catedral de São Paulo. Apesar desta deriva por círculos mais dados ao misticismo, continuamos no mundo das coisas concretas, dos sabores, cheiros e locais que nos são conhecidos. No oriente, berço dos mandalas, estamos no mundo das transfigurações, um círculo de nível superior. Um mandala não encerra em si uma busca ao tesouro. Pertence ao domínio da consciência, onde viajantes de tempos diferentes podem encontrar-se num presente que lhes seja comum. Toda a demanda tem um ponto de partida, o ponto a que se chegou antes de se iniciar a caminhada.

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