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As fabulosas histórias da Tapada de Mafra, de Cristina Carvalho

asfabulosashistoriastapadaAs fabulosas histórias da Tapada de Mafra, de Cristina Carvalho

Este livro é um roteiro de emoções. Um vislumbre do mundo que se abre ao visitante da Tapada de Mafra. Vamos conhecer a história da sua construção, as suas árvores e plantas, os bichos, a atividade dos cuidadores, os piqueniques, os passeios noturnos, os medos e as lendas, Continue reading “As fabulosas histórias da Tapada de Mafra, de Cristina Carvalho”

As fabulosas histórias da Tapada de Mafra

asfabulosashistoriastapadaA Sextante Editora publica As fabulosas histórias da Tapada de Mafra, o novo livro de Cristina Carvalho, que chega às livrarias a 22 de setembro, e inclui fotografias de Nanã Sousa Dias e ilustrações de Teodora Boneva. Através deste livro visitamos aquela que é uma das florestas mais Continue reading “As fabulosas histórias da Tapada de Mafra”

As fabulosas histórias da Tapada de Mafra

convcc_tapadaLançamento do novo livro de Cristina Carvalho, “As fabulosas histórias da Tapada de Mafra”! O livro será apresentado por Eduardo Rêgo.
Dia 18 (segunda-feira), às 18:30, no El Corte Inglés de Lisboa.

O Olhar e a Alma – O romance de Modigliani, de Cristina Carvalho

O Olhar e a AlmaO Olhar e a Alma by Cristina Carvalho

Como imaginar alguém que viveu uma vida tão intensa e tão curta, mas plena de criatividade e paixão? Como o conhecer com uma proximidade inaudita, uma presença quase táctil, segunda pele que se nos cola e alma que percecionamos como nossa? Estamos aqui muito para além do domínio dos cânones da biografia. Só num mundo ficcionado, onde todos os limites se fazem de palavras, tal tarefa pode ser alcançada. Como chegar ao íntimo de Amedeo Modigliani, Modi, que viveu o seu tempo fora de todas as modas? Sobre quem tão pouco se escreveu?

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O Despertar dos Verbos – o prefácio

Despertar dos VerbosA poesia existe em estado latente na alma portuguesa. Só pode ser. Escreve-se versos, publica-se livros e prefacia-se um pouco por todo o lado. E são raros os momentos em que tropeçamos no fluir de sentimentos nascentes da mais intensa inquietação, numa poesia para ser apreciada palavra por palavra, frase por frase, conceito por conceito, porque toda ela é densa, sofisticada, significante.

Em “O Despertar dos Verbos”, de Mário Domingos, encontramos essa dádiva duma poesia inteira, para a qual deveremos estar totalmente despertos em todos os nossos sentidos, pois a beleza é grande, a qualidade é muita, as palavras soarão como cada um de nós as souber aproveitar.

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Quatro Cantos do Mundo, Cristina Carvalho

Quatro Cantos do MundoQuatro Cantos do Mundo by Cristina Carvalho

A escuridão é a parte mais difícil da vida, aqui e em todo o lado.

Quatro Cantos do Mundo é uma viagem ao planeta Terra, ao seu lado mais profundo, desconhecido e misterioso. Um devaneio literário como lhe chama a autora, uma viagem por locais físicos, percorridos pelo olhar irrequieto da nossa imaginação. Recantos apenas acessíveis a um devir poético. São quatro contos entregues a um narrador que nos chega do infinito universo, ele próprio viajante das estrelas e que nos fala a partir do ponto de vista das crianças ou dos jovens. Só a curiosidade de um coração puro vence o medo do desconhecido e só uma mente livre do peso do bem e do mal consegue escutar a voz pela qual a natureza nos fala. Então, todas as viagens se tornam possíveis. Na Casa Verde o feiticeiro da aldeia, o homem mais sábio, foi em tempos um menino que subiu ao dorso de uma ave e a quem lhe foi dado o privilégio de ver o mundo a partir de uma perspetiva radicalmente diferente. Regressou já homem de idade feita, dotado de uma sabedoria para além do dizível.

Os grandes viajantes e descobridores aqui homenageados ofereceram-nos uma visão do mundo que, de outra forma, não teríamos a possibilidade de abarcar. Alimentaram com coragem a sua sede de conhecimento e empurram os limites do nosso saber. Chegaram lá antes de se terem perdido. Mais do que dar a conhecer, alimentaram os sonhos de tantas crianças, jovens e adultos. Encontraram na imensidão, que nos devolve à nossa pequenez, a consciência de sermos apenas mais um habitante deste planeta, um entre muitos. Não faz parte da nossa condição humana sermos o centro do mundo, o objetivo final de tudo o que existe. Nessa imensidão incalculável tudo era uma sede impossível de ser satisfeita.

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Ana de Londres, de Cristina Carvalho

Ana de LondresAna de Londres by Cristina Carvalho

Ana deseja para si uma vida diferente, diferente da que conhece à sua mãe, esse não destino de ser dona de casa, mãe e esposa, submissa às ordens do marido. Deseja escapar ao risco que corre sempre que se esconde no patamar das escadas trocando beijos apaixonados. Deixará todo esse mundo ao partir para Londres e regressará, mas esse destino diferente que sonhou e um dia a fez partir, escapa-se-lhe, inalcançável.

Na festa de anos da Vera, os jovens dançam ao som dos Rolling Stone. O Vasco parte no próximo mês, está de partida e todos sabem para onde: para a guerra lá em África. Faziam-se homens os que tinham a sorte de regressar. A mãe entra sem reparar nos destroços do avião sobre a mesa e ainda que não disfarce, há muito deixou de ver. Lá longe existia uma guerra que os pais, no seu mundo imutável, pretendiam ignorar. Uma guerra de brincar onde se morria todos os dias “de acidente num jeep na curva de uma picada”. Eram jovens, deixavam-se enamorar pelas extensas planícies africanas. Era esse excesso de liberdade que os matava. Morriam longe e sem glória.

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O Gato de Uppsala, de Cristina Carvalho

O gato de UppsalaO gato de Uppsala by Cristina Carvalho

Existem locais cujos costumes nos são estranhos e de tão estranhos os acharmos, dizemos que são remotos. Remotos porque afastados da nossa realidade. Existem para que tenhamos a consciência de não estarmos sós, de que existem outras pessoas como nós, embora com hábitos diferentes, e outras formas de vida e que todos somos habitantes desta terra.

Em Kiruna, onde nasceu Elvis, a terra é tão curva que o sol não encontra o conforto de um horizonte para se recostar durante a noite e por isso nunca dorme. Elvis desceu de Kiruna e em Uppsala conheceu Agneta e o seu gato. Juntos, partem numa aventura para ver o Vasa, o mais belo e imponente navio de guerra alguma vez construído.

Na sua construção, mais de mil carvalhos foram cortados. Toda uma floresta para dar força ao casco do navio. Elvis, Agneta e o gato de Uppsala, e muitos, muitos outros vieram ver o Vasa. Assistir à viagem inaugural do poderoso navio de guerra, com as estátuas de madeira e os seus canhões. Tão mais belo porque navegava na mansidão de um mundo em paz. Nesse dia, em que o Vasa largou as amarras, todos haviam de aprender que não compete ao homem construir a imortalidade com as suas mãos. Naquele dia, todos aprenderam que nem só o fogo destrói as florestas. Que o diga o Vasa que levava uma floresta de carvalhos na sua pele e sucumbiu em tanta água.

Elvis e Agneta ficariam em dívida para com o seu gato de Uppsala. Uma dívida para além de todas as palavras porque um gato nos adora desse modo, sem palavras, intensamente. Apenas porque é livre. Como deve ser o amor.

O Gato de Uppsala faz parte do Plano Nacional de Leitura.

Contos Capitais

Contos CapitaisContos Capitais by Varios

Neste livro, como uma página em branco, confiou-se uma cidade a cada escritor. Trinta escritores para trinta contos, para trinta capitais, um mundo de Contos Capitais.

Filipa Vera Jardim reinventou com desassombro o mito do estripador de Londres. Um estripador de sonhos, de consciências ocultas nas sombras que projetamos, capaz, de um só golpe, resgatar toda a memória, de extirpar a rotina exausta de uma vida de semiexistência.

Baptista Bastos abre uma varanda a um momento de reflexão e fá-lo numa escrita doce e tranquila.

Maria do Rosário Pedreira oferece-nos uma Paris onde uma família vê sua felicidade ameaçada pela sombra da doença e é resgatada por quem procura alimentar-se dessa fragilidade.

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