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Fernando Rosas

A Primeira República | Fernando Rosas

Historiador e professor catedrático jubilado, autor de vasta bibliografia sobre a História dos séculos XIX e XX, a I República e o Estado Novo, Fernando Rosas apresenta em «A Primeira República (1910-1926) – Como venceu e porque se perdeu» uma reflexão revista e aprofundada dos fatores que estiveram por detrás do sucesso da Primeira República e dos que contribuíram para a sua derrota em 1926. Continue reading “A Primeira República | Fernando Rosas”

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A Primeira República (1910-1926)

A Bertrand Editora e a FNAC têm o prazer de convidar para a sessão de lançamento do livro «A Primeira República (1910-1926) – Como venceu e porque se perdeu», de Fernando Rosas, que decorrerá no dia 3 de outubro, às 18:30, na FNAC Chiado, em Lisboa. A obra será apresentada por António Reis.

 

A Revolução Russa – apresentação

“Um acontecimento com ecos de transformação que atravessaram o mundo inteiro.” Francisco Louçã.

O Movimento Acrítico esteve presente no lançamento da obra A revolução Russa, 100 anos depois, da editora Parsifal, que teve lugar no palácio Galveias no dia 12 de outubro de 2017. Continue reading “A Revolução Russa – apresentação”

A revolução Russa – 100 anos depois

A revolução Russa – 100 anos depois

A Revolução Russa teve um impacto decisivo no mundo atual, foi matriz ideológica e de ação para muitas revoluções e movimentos de libertação. Neste livro temos uma abordagem temática à revolução confiada ao contributo de um conjunto de autores.

António Louçã fala-nos da revolução e da sua génese social, numa convergência assimétrica da burguesia, operários e camponeses, tendo os operários assumido a sua liderança (já sob a influência de Lenine). Continue reading “A revolução Russa – 100 anos depois”

Revolução Russa – 100 anos depois

Revolução Russa – 100 anos depois, em lançamento.

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A Revolução Russa – 100 anos depois

Na Rússia de 1917, foram-se frustrando entre Fevereiro e Outubro todas as expectativas de solução para os problemas mais elementares da sociedade. O poder dos sovietes – os conselhos de operários e soldados – era a única alternativa que restava para lutar por pão, paz e terra. Continue reading “A Revolução Russa – 100 anos depois”

Setúbal Cidade Vermelha – a lição de Fernando Rosas

Setúbal é uma espécie de laboratório social e político da Revolução em Portugal. Um período onde tudo foi possível, em que as pessoas sentiram que com as suas próprias mãos podiam mudar o seu destino. Assim abriu Fernando Rosas a apresentação do livro Setúbal Cidade Vermelha, do historiador Albérico Afonso Alho. Continue reading “Setúbal Cidade Vermelha – a lição de Fernando Rosas”

Setúbal Cidade Vermelha

Albérico Afonso Costa regressa com este Setúbal Cidade Vermelha, o lançamento é na Casa da Cultura de Setúbal, dia 8. A Apresentação está a cargo do prof. Fernando Rosas.

 

 

Salazar – A Arte de Saber Durar, de Fernando Rosas

Salazar e o Poder. A Arte de Saber DurarSalazar e o Poder. A Arte de Saber Durar by Fernando Rosas

Este livro divide-se em três partes: o que pensava Salazar sobre a política (caindo o mito que Salazar vivia acima das questões políticas), como chegou ao poder e, finalmente, como conseguiu manter-se no poder durante tantos anos.

Para Salazar o primeiro nível político era o da governança, meramente técnico e gerido por técnicos, dispensando-se a participação dos cidadãos (que não tinham de ser ouvidos) ou dos seus representantes (o parlamento não se devia preocupar com este tipo de assuntos). A primeira parte do livro estuda como Salazar foi sedimentando a sua estratégia e como a mesma se foi confundindo com a da União Nacional, transformando-se no verdadeiro alicerce do Estado Novo. Implantou uma “ditadura de chefe de governo”, mas inaugurará o hábito de compensar os seus servidores mais chegados com substanciosos lugares no mundo dos negócios ou nas boas sinecuras do Estado.

Aos portugueses reserva-lhes um “viver habitualmente”, sem grandes aspirações materiais ou culturais, com muito respeitinho pelas autoridades e uma cega confiança em quem detém o poder. O “eles” é que sabem. As polícias, com os seus “safanões a tempo”, complementavam essa presença da autoridade junto dos cidadãos. Eram os órgãos de vigilância e de garantia do “sistema de ordem pública”.

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