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Han Kang

O Livro Branco | Han Kang

O Livro Branco | Han Kang

A autora abre o livro com uma lista de palavras que remetem para objetos de cor branca, são também, como descobrirá o leitor, a sucessão de títulos dos capítulos que se seguem. A cor branca e os suportes materiais que lhe estão associados são universais, mas basta escrever sudário para convocar referências particulares que ressoam na mente de cada um de forma diferente. Um livro por escrever – ou por ler – é um tempo ainda não vivido, mesmo que se convoquem memórias, nunca se regressa da mesma forma. Continue reading “O Livro Branco | Han Kang”

“Han Kang

O fumo a dissolver-se no ar assemelhava-se a um par de asas da cor das cinzas desvanecendo-se. As chamas, depois de consumirem o casaco, passarama rapidamente para a saia. Quando o último pedaço de tecido foi engolido pelo fogo, pensei em ti. Se puderes vir agora ter connosco, vem. Mete-te nessas roupas que o fogo levou até ti, como num par de asas. Bebe o nosso silênciio como se fosse um remédio ou chá, dissolvendo-se em fumo em lugar de palavras. Continue reading ““Han Kang”

O Livro Branco | Han Kang

O Livro Branco é uma meditação sobre a cor, que começa com uma simples lista de coisas brancas: a neve, o sal, a espuma das ondas, o papel, o arroz, os cabelos dos velhos, as cobertas em que a mãe da autora embrulhou a primeira filha, que nasceu prematura, muitos anos antes de existir este livro. Continue reading “O Livro Branco | Han Kang”

Atos Humanos | Han Kang

Em 1980, por toda a Coreia do Sul, os estudantes revoltaram-se contra o fecho de universidades e a falta de liberdade de expressão. Porém, na região de Gwangju, a repressão foi tão violenta que a população acabou por se juntar ao protesto, dando origem a um dos piores massacres na história do país. Continue reading “Atos Humanos | Han Kang”

A Vegetariana, de Han Kang

A VegetarianaA Vegetariana by Han Kang

Uma mulher nasce com uma mancha mongólica. Essa mulher tem um sonho terrível e transforma-se numa vegetariana. Não o faz por uma questão de saúde ou de respeito pelos animais, mas por causa do que lhe aconteceu nesse sonho. Continue reading “A Vegetariana, de Han Kang”

A Vegetariana, de Han Kang

A VegetarianaEla era absolutamente normal. Não era bonita nem feia. Fazia as coisas sem entusiasmo de maior, mas também nunca reclamava. Deixava o marido viver a sua vida sem sobressaltos, como ele sempre gostara. Até ao dia em que teve um sonho terrível e decidiu tornar-se vegetariana. Continue reading “A Vegetariana, de Han Kang”

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