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Manuel Alegre

” Manuel Alegre

Passeava com ela uma tarde no Parque, quando de repente percebeu: a guerra já estava ali. Havia uma sombra por dentro dos rapazes e raparigas que se sentavam à beira do rio. Eles riam, falavam, beijavam-se, sentavam-se de mãos dadas nos bancos de pedra. Mas uma sombra crescia dentro deles, escurecia o olhar, apagava de súbito os risos e as conversas. Continue reading “” Manuel Alegre”

Jornada de África | Manuel Alegre

Nova edição, a quarta, com nova capa daquele que é o primeiro romance de Manuel Alegre, publicado em 1989, e sobre o qual Maria Luisa Cusati, no prefácio da edição italiana, escreveu o seguinte: “Jornal de África é um romance que foge aos esquemas habituais para entrelaçar epopeia e anti-epopeia, denúncia e crónica de uma guerra cruel, crónica minuciosa mas poética na intertextualidade a que o autor recorre para transmitir a sua vivência, voz de juventude sufocada que, apesar de tudo, consegue amar. E o amor por Bárbara, profundo e difícil, oferece-nos uma das mais belas cartas de amor que me recordo de ter lido.”

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O Canto e as Armas, de Manuel Alegre

o-canto-e-as-armasUm livro singular na história da poesia portuguesa contemporânea: foi, porventura, o livro mais cantado; Adriano Correia de Oliveira, entre outros, interpretou alguns dos seus poemas e gravou, em 1969, um álbum intitulado, precisamente, O Canto e as Armas;

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