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Patrícia Reis

a construção do vazio, de Patrícia Reis

a construção do vazio, de Patrícia Reis

Sofia nasceu num lar sem amor, a crescer para caber nas mãos do pai. Sorte a dele, e a sua infância a ser-lhe roubada. Sempre foi um incómodo para a mãe, e não estranhou que esta optasse por ignorar a situação: naquela casa não havia lugar para outra mulher. A mão sempre pronta a punir a filha, como se fosse possível disfarçar a rejeição. Continue reading “a construção do vazio, de Patrícia Reis”

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A Construção do Vazio, de Patrícia Reis

a-construcao-do-vazioSofia é uma menina-tesoura que sobrevive a uma relação de violência e abuso e cresce com a convicção de que a maldade supera tudo.

Será possível atenuar a dor? Como se resiste ao fantasma real da infância? Continue reading “A Construção do Vazio, de Patrícia Reis”

Uma Dor Tão Desigual

Uma Dor Tão DesigualUma Dor Tão Desigual, (coletivo)

Este livro resulta de um desafio feito a oito autores portugueses para que explorassem as fronteiras múltiplas e ténues que definem a saúde psicológica e o que dela nos afasta.

Em estilos muito diferentes, um leque extraordinário de escritores brinda-nos Continue reading “Uma Dor Tão Desigual”

O que nos separa dos outros…

O que nos Separa dos Outros por Causa de um Copo de WhiskyO que nos Separa dos Outros por Causa de um Copo de Whisky by Patrícia Reis

Desculpa.

Um bar em Macau. Um homem sozinho num bar em Macau discorre sobre a sua vida como se a mulher que está do outro lado do balcão o escutasse. Tem por companhia um copo de whisky e acredita que o move o propósito único de se salvar. A empregada, do outro lado do balcão, é o seu alvo, a sua possibilidade de acalmia; o horizonte limpo, as nuvens sem água.

Após uma breve deriva erótica – o meu calor no teu calor-, cria um certo distanciamento. Inventa-lhe histórias, confere-lhe um mundo próprio, um lugar a que pertence e onde uma vida a espera. Faço de ti uma personagem com facilidade e não me esmero para te dar alegria, lamento. Reinventa-a no momento em que reclama para si um pouco de atenção, numa relação assética que nunca se afasta do distanciamento virtual.

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