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Raquel Varela

25 DE ABRIL ROTEIRO DA REVOLUÇÃO

Terminou no dia 25 de abril de 1974 a ditadura do Estado Novo. Um grupo de oficiais das Forças Armadas pegou em armas e depôs um regime há muito decadente. Contra os vários apelos do MFA para que as pessoas ficassem em casa, tem início um processo que ficará conhecido como Revolução dos Cravos.

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Do Medo à Esperança

Convite Do Medo a EsperancaDo Medo à Esperança, da autoria da historiadora social Raquel Varela e do psiquiatra António Coimbra de Matos é lançado dia 20.

Do Medo à Esperança é um livro escrito a quatro mãos, sobre como vencer o medo, social e individual. É um encontro inesperado entre uma historiadora social Continue reading “Do Medo à Esperança”

História do Povo na Revolução Portuguesa 1974-75

História do Povo na Revolução Portuguesa (1974-75)História do Povo na Revolução Portuguesa by Raquel Varela

A história da Revolução Portuguesa, como a história de qualquer revolução, é a história do Estado e da construção de um poder paralelo a esse Estado, dos que já não conseguem governar como governavam e dos que já não aceitam ser governados da mesma forma.
Este livro trata de uma parte da construção desse poder paralelo, dos que já não «querem ser governados» como eram.

Nesta obra, História do Povo na Revolução Portuguesa 1974-75, Raquel Varela, apresenta-nos um retrato fundamentado e estruturado da participação popular na revolução do 25 de Abril. O povo pobre, analfabeto e pouco politizado que acorda para a revolução, para os seus direitos e para uma sociedade sem mais exploração do homem pelo homem; os artistas expressando a sua liberdade nos murais, no teatro, na escrita e nas canções; os que, tendo uma maior consciência política, partiram para o exílio e oposição ao regime e regressam para integrar a vida partidária; o papel da mulher na sociedade; a crescente consciência política da autodeterminação dos povos coloniais; etc. Este era o povo de Abril: o povo que já não tem medo.

O período revolucionário em curso, o PREC, que terminará com o contragolpe de 25 de Novembro de 1975. O controlo operário do processo produtivo, eliminando a exploração capitalista e criando lideranças e consciência de classe para abolir o sistema de relações capitalistas. A cogestão defendida pelo PCP, com vista a promover a revolução e assegurar a batalha da produção. O debate sobre o próprio significado da revolução, sem descurar a tese da revolução de generais de Rui Ramos, tudo parece ocupar neste livro um lugar de acordo com o seu peso histórico objetivo. Raquel Varela deixa-nos uma obra onde se sente o pulsar das gentes que nas ruas, nas fábricas, nas organizações políticas, nas comissões de trabalhadores, nas greves, na reforma agrária e nas artes ousaram sonhar e fazer uma revolução.

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