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antonioganhao

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Doida Não e Não!

A Bertrand Editora e o Centro Hospitalar Conde de Ferreira têm o prazer de o/a convidar para a apresentação do livro «Doida Não e Não!», de Manuela Gonzaga, no dia 28 de fevereiro, pelas 18h00, no Centro Hospitalar Conde de Ferreira.

Os oradores da sessão serão: Adrían Gramary, psiquiatra; Aida Suárez Gutierrez, Confraria Vermelha – Livraria de Mulheres; Sofia Teixeira, blogue Bran Morrighan.

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Instantâneos | Claudio Magris

Um instantâneo é uma fotografia tirada com um tempo de exposição muito breve e
sem apoio de tripé. Em Instantâneos, Claudio Magris compõe uma sequência (cronológica) de textos muito breves, em que disseca pequenos e grandes aspetos da vida quotidiana, da vida política e da nossa intimidade. Continue reading “Instantâneos | Claudio Magris”

Gungunhana | Ungulani Ba Ka Khosa

Gungunhana | Ungulani Ba Ka Khosa

Gungunhana foi o último imperador das vastas terras de Gaza. Pela força dos seus guerreiros, impôs o domínio dos Nguni sobre as outras etnias, chacinando os que não se lhe submetiam, governando com mão de ferro os que, rendendo-se, se predispunham a prestar-lhe vassalagem. Mouzinho de Albuquerque, com as suas carabinas e metralhadoras, pôs-lhe fim ao império, aprisionou-o e trouxe-o para a metrópole onde foi exibido como um troféu de caça. Foi dessa forma que os portugueses o imortalizaram nos seus livros de história do ensino oficial. Continue reading “Gungunhana | Ungulani Ba Ka Khosa”

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” Ungulani Ba Ka Khosa #2

Nunca os homens foram capazes de penetrar nessas profundidades do olhar que as mulheres bem sabem rutilar, refulgir, como desfrutar e enturvar. Essa gramática do olhar, essa sintaxe de brilhos e embaciamentos, Continue reading “” Ungulani Ba Ka Khosa #2″

Os Que Sucumbem e os Que se Salvam | Primo Levi

Quarenta anos depois do clássico Se Isto É Um Homem, Primo Levi, consciente de que o Holocausto corria o risco de, pouco a pouco, ser apagado da memória coletiva, voltou ao tema dos campos de concentração nazis com a apaixonada e apaixonante clareza de toda a sua obra. Continue reading “Os Que Sucumbem e os Que se Salvam | Primo Levi”

O Nervo Ótico | María Gainza

Efetivamente, quando María Gainza escreve nestas páginas sobre as vidas incríveis de El Greco, Courbet, Fujita ou Toulouse-Lautrec, sobre o banquete que Picasso ofereceu em honra de Henri Rousseau entre a admiração e a troça ou sobre as misteriosas razões por que Rothko se recusou a entregar ao luxuoso Four Seasons uma encomenda milionária, Continue reading “O Nervo Ótico | María Gainza”

A Vida é Um Tango e Outras Histórias | Cristina Norton

Fiel às suas raízes argentinas, Cristina Norton segue, em A Vida É Um Tango, a tradição dos grandes contistas latino-americanos. As suas histórias transportam-nos à Argentina, ao México, a França e a Portugal, dando-nos a conhecer um cleptómano que rouba a voz de um grande cantor, uma pintora com uma vida insólita, uma mulher que lê o destino nas folhas de chá, um anão bombeiro, uma menina malcomportada, a perna perdida de uma grande artista, a vingança póstuma de uma sogra, entre outras personagens e coisas memoráveis. Continue reading “A Vida é Um Tango e Outras Histórias | Cristina Norton”

A Febre das Almas Sensíveis | Isabel Rio Novo

Portugal, primeira metade do século xx. Entre os males que assolam um país isolado e retrógrado, a tuberculose ressalta como uma das principais causas de morte.

Ainda sem recursos farmacológicos para combater a doença, os médicos recomendam aos infetados o internamento em sanatórios instalados em zonas de altitude. Na serra do Caramulo, outrora uma região pobre e agreste, cresce uma estância sofisticada que, no auge do seu funcionamento, chega a acolher milhares de doentes. Continue reading “A Febre das Almas Sensíveis | Isabel Rio Novo”

” Ungulani Ba Ka Khosa

É verdade irrefutável que Ngungunhane foi imperador das terras de Gaza na fase última do império. É também verdade que um dos prazeres que cultivou na vida foi a incerteza dos limites reais das terras a seu mando. Do que se duvida é do facto de Ngungunhane, um dia antes da morte, ter chegado à triste conclusão de que as línguas do seu império não criaram, ao longo da sua existência, a palavra “imperador”. Continue reading “” Ungulani Ba Ka Khosa”

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